Debate e Exposição no Museu do Ser-Humano: ENTRE-FRONTEIRAS | Debate and Exhbition at Museum of the Human Being: BETWEEN-BORDERS

MUSEU DO SER-HUMANO
MUSEUM OF THE HUMAN BEING
Coord. Pedro Manuel-Cardoso
Conselho Consultivo/ Advisory Board: Elísio Summavielle, Kevin Shirley, João Azenha da Rocha, Maria Isabel Tristany
ENTRE-FRONTEIRAS
BETWEEN-BORDERS
Debate e Exposição
Debate and Exhibition
| A Vida não ‘existe’, somos nós que a ‘criarmos’ ao acreditarmos nela, nesse efémero instante?Não é assim que ela desaparece, quando a Memória se despedaça em pedaços inconectáveis? O ‘acreditar’ será um disparo energético mais forte do que os outros, que tudo cola-conecta antes de ocorrer a ‘memória’? Fazer equivaler «tudo o que a linguagem nomeia» a «quantidades-proporções-combinatórias-permutações de substâncias-partículas-fluxos» será a fronteira entre o «como se» e o «é» (a fronteira entre ‘numena’ e ‘fenomena’)? O acúmulo será, apenas e tão só, a causa da passagem entre os vários níveis de complexidade (inclusive, entre ‘inteligência’ e ‘consciência’)? O «ser» será apenas uma determinada concentração de gradiente? A coisa «é» (Heidegger), porque é (Pedro Manuel-Cardoso)? Ou é, por ser uma ‘diferença’ (G. Bateson) (i.e., uma mera analogia derivada do jogo de semelhanças e diferenças como diz Wittgenstein)? O objecto (i.e, uma coisa, o «ser») é ‘numena’ ou ‘fenomena’? O objecto (i.e, uma coisa, o «ser») é uma ‘constante’ que orienta a lógica de um qualquer ‘expansor’ de um qualquer ‘grafo’ (Cayley graph), ou o «número K» da ‘conjunctura de L.Babai, W.Kantor, A. Lubotzky, M.Kassabov’? O objecto (i.e, uma coisa, o «ser») é o mesmo do que um «número primo», um «grupo», um «campo», uma «nuvem»? ‘Life’ does not ‘exist’, are we the ones who ‘create’ it by believing in it, in this ephemeral instant?Isn’t that how it disappears, when Memory shatters into unconnectable pieces? Will ‘believing’ be a stronger energetic trigger than the others, which everything glues-connects before the ‘memory’ occurs? Is equating «everything that language names» with «quantities-combinatory-proportions-permutations of substances-particles-flows» the boundary between the «as if» and the «is» (the boundary between ‘numena‘ and ‘fenomena‘)? Is accumulation solely the cause of the passage between the various levels of complexity (including ‘intelligence’ and ‘consciousness’)? Is «being» just a certain concentration of gradient? The «being» is (Heidegger), why is it (Pedro Manuel-Cardoso)? Or is it, because it is a ‘difference’ (G. Bateson) (i.e., a mere analogy derived from the play of similarities and differences as Wittgenstein says)? Is the object (i.e., a thing, the «being») ‘numena‘ or ‘fenomena? Is the object (i.e., a thing, the «being») a ‘constant‘ that guides the logic of any ‘expander’ of any ‘graph’ (Cayley graph), or the ‘K-number‘ of the ‘conjuncture of L. Babai, W. Kantor, A. Lubotzky, M. Kassabov’? Is the object (i.e., a thing, the “being”) the same as a “prime number,” a “group,” a “field,” a “cloud“? |
fábrica do Impronunciável | factory of the Unpronounceable
April 24, 2024



