O museu como cultura de massa: anestesia ou escape coletivo?

Sonia Salcedo del Castillo

Arquiteta e Urbanista (USU-RJ), Cenógrafa (UNI-RIO), Especialista em História da Arte e da Arquitetura (PUC/RJ), Mestre em História e Critica da Arte (EBA/UFRJ) e Doutora em Artes Visuais (EBA/UFRJ/RJ). Integrante do corpo técnico do Centro de Artes Visuais no âmbito curatorial da FUNARTE. Pesquisadora, docente, autora e artista curadora de diversas exposições no Brasil e exterior. E-mail: salcedocastillo@gmail.com

Resumo

O artigo explora o sucesso dos museus emergente a partir dos anos 1980, diante da obsolescencia da sociedade de consumo e o consequente desejo social em reunir objetos e imagens do passado. Mediante o raciocínio do filósofo Andreas Huyssen, analisa três formulas museais, legado desse fenômeno análogo à ansia de resgatar a memória coletiva: a “cultura como compensação”; simulação ou como estratégia de negociação.

Résumé

L'article explore le succès naissant de musées des années 1980, avant l'obsolescence de la société de consommation et le désir sociale qui en résulte pour recueillir des objets et des images du passé. Selon le raisonnement du philosophe Andreas Huyssen, analyse trois formules muséologiques, héritage de ce phénomène analogue à sauver l'envie de la mémoire collective: la «culture à titre de compensation»; simulation ou comme une stratégie de négociation.

 

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